quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Vidro para arquitetura

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Produtos asseguram conforto aos ambientes

Os vidros especiais melhoram o desempenho energético das edificações e colaboram com a redução do uso de luz artificial, ao permitir a passagem de iluminação natural. Além de barrar a entrada de calor e ruído, eles atendem às normas de segurança para utilização em coberturas, fachadas e marquises.

Quanto mais envidraçadas as fachadas, maior a incidência de luz e calor solar no interior das edificações. Caso os raios do Sol não sejam barrados, certamente o edifício será um grande consumidor da energia que aciona os sistemas de ar condicionado, além de gerar desconforto ambiental aos seus usuários. Processos industriais de laminação, metalização e fabricação de insulados, entre outros, têm colocado no mercado vidros com eficiente desempenho para as mais diversas solicitações, em fachadas e coberturas. Eles garantem segurança e elevam os níveis de conforto térmico e acústico no interior das construções. Podem ainda manter a transparência, abrindo a construção para os exteriores.

Quer saber mais?

Sustentabilidade: Casa em Niterói emprega técnica ainda incomun

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Técnica ecossustentável usa bambu como principal material construtivo

Perto da cidade carioca de Niterói, encravada no meio da reserva do Parque Estadual da Serra da Tiririca, está a casa construída com uma técnica ecossustentável ainda incomum na cultura brasileira. No projeto residencial de 255 m2 da arquiteta Celina Llerena, o destaque é o bambu, usado como o principal material construtivo: tanto na estrutura quanto nas divisórias de ambientes, alizares de portas e janelas e das ventilações cruzadas na parte superior da construção.

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Vidros: um leque de opções

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Minha gente! Vou compartilhar uma coisinha com vocês e deixá-los s-u-r-p-r-e-s-o-s!

Quantos tipos de vidro vocês podem me listar?! Eu listaria uns sete antes de ter acesso a essas informações, mas a coisa vai além do que a gente imagina:


VIDRO TEMPERADO


Este vidro é obtido através de um tratamento de têmpera, que consiste em aquecê-lo gradativamente até se atingir 700°C e, posteriormente, submetê-lo a um brusco resfriamento. Tal processo introduz no material tensões de tração e compressão, aumentando sua resistência a choques térmicos e mecânicos e tornando-o cinco vezes mais resistente que o vidro comum. Este é um tipo de vidro que não permite novos cortes, furos ou recortes depois de acabado.

Devido a tempera, vidro temperado tem uma característica bastante conhecida: quando fraturado, se fragmenta em pequenos pedaços, com arestas menos cortantes que o vidro comum. Essa é a razão pela qual é considerado um vidro de segurança.


VIDRO SEMI-TEMPERADO


Na produção desse tipo de vidro, a curva do resfriamento apresenta menor pressão, criando um nível de stress suficiente para um comportamento de fragmentos adequado à sua aplicação. Sua resistência mecânica é duas vezes superior que a do vidro comum.


VIDRO LAMINADO


É um vidro constituído por duas ou mais lâminas de vidro intercaladas por uma ou mais películas de Polivinil Butiral (PVB) – material plástico de alta resistência e elasticidade e de grande aderência. Ao quebrar, os fragmentos ficam aderidos ao PVB, reduzindo o risco de lesões corporais ou danos materiais. Tal película também garante uma barreira sonora e a filtragem de 99,5% dos raios UV. Olha só! Além disso, quando agregado ao vidro refletivo ou vidro low-e, obtém-se excelentes níveis de controle térmico.


VIDRO ARAMADO


É composto por uma malha metálica no interior do vidro, o que lhe confere alta resistência a impactos. Em caso de quebra, fica preso à rede metálica, evitando maiores acidente. Tradicionalmente, é um vidro impresso, translúcido e disponível em várias cores.


VIDRO SERIGRAFADO


Sua produção é realizada através da aplicação de esmalte cerâmico sobre a superfície do vidro, seguida por tratamento térmico de têmpera ou semi-têmpera. A aplicação de serigrafia pode ser feita sobre o vidro incolor, colorido, impresso ou refletivo. Este material possui as mesmas características técnicas do vidro temperado, com uma camada de tinta altamente resistente à abrasão.



VIDRO DUPLO OU VIDRO TERMO-ACÚSTICO OU VIDRO INSULADO


É formado por duas ou mais faces de vidro separadas por câmara de ar ou gás selada. Internamente ao perfil de alumínio, há um hidrossecante, impedindo seu embaçamento. Esse sistema pode ser composto por qualquer tipo de vidro, permitindo aliar vantagens técnicas e estéticas de pelo menos dois tipos de vidro. É um vidro que proporciona conforto acústico, principalmente com a associação da câmara de ar com vidros de espessuras diferentes ou com o uso do vidro laminado. O conforto térmico vai depender da distância interna entre as lâminas de vidro.


VIDRO DUPLO COM CRISTAL LÍQUIDO


Esse é muito interessante! Compõe-se por duas chapas de vidro, incolor ou colorido, entre os quais é colocado um filme de cristais líquidos em um campo elétrico. Quando esse campo é ativado, os cristais líquidos se alinham , tornando o vidro transparente. Quando o campo magnético é desativado, o vidro passa a ser translúcido, podendo-se repetir a operação quantas vezes desejar.


Também apresenta excelentes resultados para retro-projeções.



VIDRO REFLETIVO


Esses são vidros que levam um tratamento, no qual recebem óxidos metálicos, com a finalidade de refletir os raios solares, reduzindo a entrada de calor e a incidência de luz. Vistos pelo lado de fora, impedem a visão para o lado de dentro, durante o dia, e permitem a comum visualização do interior, durante a noite.



VIDRO AUTO-LIMPANTE


Recebe uma película com uma camada de partículas de dióxido de titânio (TiO2), que ao reagir com os raios ultravioletas do sol, desintegram as moléculas à base de carbono, eliminando totalmente a poeira orgânica. Quando a chuva ou um jato d’água atingem esse vidro, a água se espalha igualmente por toda a superfície do vidro, levando com ela toda a poeira. O revestimento auto-limpante deve ser instalado voltado para a face externa da aplicação.



VIDRO EXTRA-CLEAR


É mais claro e transparente que o padrão, pois sua massa contém menos adição de ferro. Portanto, é ideal para vidros com bordas aparentes e serigrafados. Pode ser laminado, temperado, duplo insulado e serigrafado.



VIDRO BAIXO-EMISSIVO OU LOW-E


É indicado para ambientes em que é necessária a baixa troca térmica, pois este vidro permite diminuí-la, devido à sua metalização baixo-emissiva. Sua eficiência vem de uma fina camada de óxido metálico aplicada em uma das faces do vidro. Esse tipo de material foi desenvolvido para ser aplicado em edifícios de países de clima frio que precisam manter o interior do edifício aquecido.



VIDRO BLINDADO


São painéis de vidro laminados resistentes a projéteis de armas de fogo. Podem ser aplicados em guaritas, guichês, fachadas, portas, etc. Quando não possui policarbonato, é composto por várias camadas de vidro laminado com PVB. Neste caso, é um vidro mais espesso, porém, mais barato. Com policarbonato, substitui a ultima chapa de vidro por uma chapa deste material unida com um filme de poliuretano. Já nesse caso, o custo é maior.



VIDRO CRISTAMÁRMOL


Outro muito legal! É um vidro pintado com imitação de vários granitos, podendo ser manufaturado, temperado e curvado. É aplicado nos mais diversos tipos de decoração, podendo substituir o granito.


Referências:

Portal do Vidro

"Vidro", Melina Cavalcante, Mirelli Gomes e Rebeca Ramalho.

Revestimentos Cerâmicos

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Produtos

Cerâmica Tradicional:
  • Inclui cerâmica de revestimentos, como ladrilhos,azulejos e também potes,vasos,tijolos e outros objetos como louças.

  • Cerâmica Avançada:
  • exemplos são substratos parachipsde microprocessadores,cordieritacomo suporte paracatalisadorautomotivo, ferramentas de corte parausinagem, tijolosrefratáriospara fornos.

  • Definição

    Placas Cerâmicas:
    • componentes cujas duas dimensões (largura e altura) predominam sobre uma terceira (espessura);

    • produzidas a partir de argilas e outras matérias-primas inorgânicas;

    • conformadas através de extrusão (tipo A) ou prensagem (tipo B)

    • sinterizadas por meio de processo térmico utilizadas como componente principal da camada mais externa de revestimentos cerâmicos de pisos e paredes.
    Ladrilho:
    • é uma pequena placa de cerâmica, mármore, mosaico, etc., de vários formatos, utilizada para constituir um revestimento.
    Azulejo:
    • é uma peça decerâmicade pouca espessura, geralmente quadrada, em que uma das faces évidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado comoesmalte, que se torna impermeável e brilhante.
    Propriedades

    • Alta Resistência;
    • Durabilidade (excepcional resistência à degradação das placas cerâmicas contra a ação de todos os agentes agressivos ambientais);
    • Beleza e Diversidade (milhares de opções e estilos);
    • Produto Antialérgico
    • Preços para todos os bolsos;
    • Versatilidade (uso em qualquer ambiente);
    • Limpeza e higienização fáceis;
    • Fácil colocação;
    • Não propaga chamas;
    • Ampla rede de fabricantes brasileiros com padrões mundiais de qualidade;
    • Disponibilidade (presente em mais de 60.000 pontos de venda);
    • Impermeabilidade;
    • Deficiente conforto tátil.

    Alvenaria estrutural conquista o gosto brasileiro

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    Sistema de construção possibilita redução de até 30% nos custos de obras

    A alvenaria estrutural é um sistema construtivo em que as paredes compõem a estrutura da edificação, além de desempenhar a função convencional de elemento de vedação, para dividir ambientes. Com blocos de concreto, o sistema permite edificações mais altas, alcançando mais de 20 pavimentos.

    As empresas têm começado a optar mais pela alvenaria estrutural – especialmente de blocos de concreto, e a técnica está em franca expansão em todo o Brasil. A região, que abrange as cidades de Campinas, Jundiaí e São Paulo, é uma das pioneiras na utilização do sistema, principalmente por possuir os maiores e mais complexos empreendimentos. Também na região Sul e no Centro-Oeste existem várias empresas utilizando a técnica em prédios de 15 a 18 pavimentos.


    Ficou curioso?! Para ler a matéria completa, basta clicar aqui.

    Vedações Verticais

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    Para esta postagem sobre Vedações Verticais, separamos um texto bem completo sobre o assunto, que vem a ser uma ótima ferramenta para nossos estudos. Fiz poucas adaptações, entretanto, se for de sua preferência, o texto pode ser lido na íntegra através desse link: Tecnologia de Vedações Verticais

    A vedação vertical pode ser entendida como sendo um subsistema do edifício constituído por elementos que compartimentam e definem os ambientes internos, controlando a ação de agentes indesejáveis. Pode-se dizer que seja o invólucro do edifício.

    Considerando-se o aspecto funcional do edifício, pode-se dizer que as esquadrias e o revestimento vertical são partes inerentes àvedação vertical. Porém, do ponto de vista construtivo é natural que sejam abordados separadamente, em função principalmente da seqüência de execução destas atividades no conjunto dos serviços.

    Cabe observar ainda que, apesar do estudo em separado de cada um destes subsistemas, eles fazem parte de um conjunto maior que é o edifício; e assim sendo, possuem relações intrínsecas, que sempre devem ser observadas durante todas as etapas de produção.

    Além do que foi dito anteriormente, a vedação possui serve de suporte e proteção para as instalações do edifício, quando embutidas; e cria as condições de habilidade para o edifício, juntamente com as esquadrias e os revestimentos, que a rigor fazem parte das vedações.

    Para desempenhar tais funções, este subsistema deve apresentar determinadas propriedades ou requisitos de desempenho, que também podem ser denominados requisitos funcionais, dentre os quais se destacam:

    · Desempenho térmico (principalmente isolação);
    ·
    Desempenho acústico (principalmente isolação);
    · Estanqueidade à água;
    · Controle da passagem de ar;
    · Proteção e resistência contra a ação do fogo;
    · Desempenho estrutural (estabilidade, resistências mecânicas e deformabilidade);
    · Controle de iluminação (natural e artificial) e de raios visuais (privacidade);
    · Durabilidade;
    · Custos iniciais e de manutenção;
    · Padrões estéticos (de conforto visual) e
    · Facilidade de limpeza e higienização.

    A importância das vedações verticais vai além do que seu custo representa no custo total do edifício, uma vez que as vedações determinam as diretrizes para o planejamento e programação da execução; determinam o potencial de racionalização da produção, na medida em que interferem com as instalações elétricas e hidro-sanitárias, com as esquadrias, com a impermeabilização e com os revestimentos; determinam grande parte do desempenho do edifício como um todo, por serem responsáveis pelos aspectos como conforto, higiene, saúde, e segurança de utilização; têm profunda relação com a ocorrência de problemas patológicos, como fissuras, descolamento de revestimentos, entre outros; e ainda, em muitos casos constituem a própria estrutura do edifício, e podem ser ainda, parte acessória da estrutura, quando servem de travamento da estrutura de concreto armado.

    Classificações

    Quanto à função que desempenha no conjunto do edifício, as vedações verticais podem ser divididas em:

    · Envoltória externa ou vedação de fachada proteção lateral contra ação de agentesexternos;
    · De compartimentação Interna ou divisória interna divisão entre ambientes internos a uma mesma edificação;
    · De separação ou divisória entre unidades e área comum.

    Quanto à técnica de execução empregada na produção das vedações, elas podem ser divididas em:

    · Por conformação são as vedações verticais moldadas ou elevadas no próprio local, com o emprego de água, denominada usualmente de construção úmida ou wet construction. Trata-se das vedações em alvenaria ou de painéis moldados no local;
    · Por acoplamento a seco são as vedações verticais montadas a seco, sem a necessidade do emprego de água, usualmente denominadas construção seca ou dry construcion. Trata-se de vedações produzidas com painéis leves;
    · Por acoplamento úmido são as vedações verticais montadas com solidarização com argamassa. Trata-se de vedações, produzidas com elementos pré-moldados ou pré-fabricados de concreto.

    A mobilidade de uma vedação refere-se à facilidade ou não de sua remoção do local no qual fora inicialmente aplicada. Assim, quanto à mobilidade, as vedações verticais podem ser divididas em:

    · Fixas são as vedações imutáveis, que necessitam receber os acabamentos no local. Em caso de transformação do espaço, os elementos constituintes dificilmente são recuperáveis.
    · Desmontáveis são as vedações passíveis de serem desmontadas com pouca degradação. A remontagem irá requerer a reposição de algumas peças e levará mais tempo para a execução dos ajustes necessários.
    · Removíveis são as vedações passíveis de serem montadas e desmontadas facilmente, sem degradação dos elementos constituintes. Trata-se de elementos totalmente modulares;
    · Móveis tratam-se de divisórias empregadas na simples compartimentação dos ambientes, não estando vinculadas a nenhuma outra partedo edifício (divisórias baixas).

    A densidade superficial de uma vedação refere-se à relação entre a sua massa pela área que ocupa. Assim, quanto à densidade superficial, as vedações verticais podem ser divididas em:

    · Leves são as vedações verticais não estruturais, de densidade superficial baixa, sendo o limite convencional de aproximadamente 100Kg/m²;
    · Pesadas são as vedações verticais que podem ser estruturais ou não, de densidade superficial superior ao limite pré-determinado de aproximadamente 100Kg/m².

    A estruturação de uma vedação refere-se às suas características de sustentação no edifício. Assim, quanto à estruturação, as vedações verticais podem ser divididas em:

    · Estruturadas são as vedações que necessitam de uma estrutura reticular de suporte dos componentes da vedação (por exemplo, painéis de gesso acartonado, divisórias de madeira, etc.);
    · Auto-suportante são as vedações que não necessitam de uma estrutura de suporte dos componentes da vedação, como é o caso de todos os tipos de alvenaria.
    · Pneumáticas são as vedações verticais sustentadas a partir da injeção de ar comprimido. São de pouco uso atual. Pode-se citar como exemplo os galpões em lona.

    Essa classificação considera a relação entre a continuidade do pano, em função da distribuição dos esforços pelo mesmo. E, com isso, as vedações verticais podem ser divididas em:

    · Monolíticas quando a absorção dos esforços transmitidos à vedação é feita por todo o conjunto dos elementos, que trabalham solidariamente, como por exemplo é o caso das alvenarias;
    · Modulares quando a absorção dos esforços transmitidos à vedação é feita pelos componentes de modo individual, em função da existência de elementos de juntas, como é o caso dos painéis de gesso acartonado, por exemplo.

    Essa classificação considera o momento em que o acabamento da vedação vertical é incorporado a ela. Assim, segundo esse enfoque, as vedações verticais podem ser divididas em:

    · Com revestimento incorporado trata-se das vedações verticais que são posicionadas acabadas em seus lugares definitivos, sem a necessidade de aplicação de revestimentos a posteriori. É o caso, por exemplo, dos painéis pré-moldados de concreto com prévia aplicação de cerâmica e das divisórias leves com estrutura em colméia e acabamento com chapas de laminado melamínico;
    · Com revestimento a posteriori tratam-se das vedações verticais que são executadas em seus lugares definitivos, sem a aplicação prévia de revestimentos. É o caso, por exemplo, das alvenarias de um modo geral e dos painéis de gesso acartonado;
    · Sem revestimento são as vedações verticais que não necessitam da aplicação de revestimentos. Podem ser utilizadas aparentesou receberem unicamente uma pintura. É o caso de alguns tipos de alvenaria, cujas características lhe garantem estanqueidade.

    Essa classificação está relacionada à continuidade visual da vedação vertical.vSegundo esse enfoque, as vedações verticais podem ser divididas em:

    · Descontínuas nos casos em que as juntas entre componentes ficam aparentes;
    · Contínuas nos casos em que as juntas não são aparentes.

    Em função da classificação anteriormente proposta, pode-se definir claramente cada um dos tipos de vedação vertical mais empregados, quais sejam:

    · Paredes de alvenaria ou maciças;
    · Painéis leves;
    · Painéis pré-moldados ou pré-fabricados;
    · Fachada cortina; e
    · Esquadrias.

    Refere-se à terminologia utilizada para os elementos constituintes das vedações verticais. Dessa forma pode-se definir:

    · Parede um elemento da vedação vertical que pode ser envoltória externa, de compartimentação interna ou de separação; produzida por conformação ou por acoplamento úmido; fixa; pesada; auto-suportante; monolítica; com revestimento a posteriori ou sem revestimento; descontínuas.

    As paredes podem ser sub-classificadas em função de seu desempenho funcional como estrutura, em:

    · Estruturais atua como estrutura portante do edifício;
    · De contraventamento tem função de aumentar a rigidez da estrutura reticulada e absorver os esforços decorrentes da deformação do pórtico; e
    · De vedação atua somente como componente de vedação.

    a)Paredes de Alvenaria

    DE BLOCO DE CONCRETO
    DE BLOCO CERÂMICO
    DE BLOCO DE CONCRETO CELULAR
    DE BLOCO DE SOLO CIMENTO
    DE PEDRA

    b) Paredes maciças moldadas no local

    As paredes maciças são aquelas obtidas por moldagem no local, empregando-se fôrmas laterais, com a possibilidade de uso de diferentes materiais. A sua classificação ocorre em função dos materiais utilizados, como segue:

    MACIÇAS DE CONCRETO
    DE SOLO CIMENTO
    DE TAIPA
    DE CONCRETO CELULAR

    c) Paredes Maciças pré-fabricadas ou pré-moldadas

    São aquelas constituídas pelo acoplamento de painéis pré-moldados ou pré-fabricados, podendo ser sub-classificadas em:

    · Autosuportante envoltória externa, de compartimentação interna, ou de separação; por acoplamento a seco ou úmido; desmotável ou removível; leve ou pesada; descontínua; modular; com revestimento incorporado, a posteriori ou sem revestimento.
    Exemplos: de concreto; de alvenaria; de gesso; de concreto celular; de argamassaarmada (maciço ou vazado).

    · Estruturados envoltória externa, compartimentação interna, separação; de acoplamento úmido; fixo ou desmotável; leve ou pesado; descontínuo; modular, com revestimento incorporado, a posteriori ou aparente.
    Exemplos: de concreto; em painel entubado; de concreto celular; em concreto leve; de argamassa armada.

    Outros tipos de vedações

    DRYWALL

    · De gesso acartonado compartimentação interna; acoplamento seco; fixa/desmontável; leve; estruturada; modular; contínua; com revestimento a posteriori;
    · De outros materiais compartimentação interna; acoplamento seco; desmontável/removível; leve; estruturada; modular; descontínua; com revestimento incorporado.

    FACHADA CORTINA

    Definição: envoltória externa; por acoplamento seco; desmotável ou removível; leve; estruturada; modular, descontínua, é o próprio revestimento.

    ESQUADRIAS

    Definição: envoltória externa por acoplamento seco; desmotável ou removível, leve, autosuporte, modular, descontínuo, não exige revestimento.

    Parâmetros para escolha da vedação vertical

    A escolha de uma vedação vertical para um determinado empreendimento deve ser
    realizada considerando-se os seguintes parâmetros:

    A adequação dos requisitos funcionais às exigências do usuário (todos relativos aos requisitos de desempenho);
    A consideração dos aspectos construtivos, ou seja:
    Facilidade de montagem;
    Produtividade;
    Rapidez de execução;
    Necessidade de mecanização e de equipamentos.
    Aspectos ligados ao uso e manutenção, ou seja: a flexibilidade e removibilidade da parede.

    Cabe observar que a Vedação Vertical interfere profundamente no processo construtivo do edifício. Assim sendo, uma decisão postergada pode inviabilizar o emprego de uma série de alternativas. Portanto, sua escolha deve ser feita de imediato, juntamente com a concepção estrutural.

    Fundações - Parte III

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    Ufa! É muito material quando o assunto é Fundação. É claro que com o passar do tempo, a medida que formos adquirindo experiência, os diferentes tipos de Fundações farão cada vez mais parte de nossas bagagens profissionais, e será muito simples identificar cada um e seu respectivo potencial.

    Mas darei mais uma colherzinha de chá. Segue abaixo uma pincelada básica de toda a pesquisa das postagens passadas, através de mais um vídeo da série "Mãos à Obra". Não precisa nos agradecer!